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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Habilidades de Língua Portuguesa que estão inseridas nas Situações de Aprendizagem de Arte - Cadernos - Volume2  (Currículo Oficial do Estado de S.P.)

7º Ano / 6º série

HABILIDADES SELECIONADAS  DE  LÍNGUA PORTUGUESA
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM (SA)
CONTEÚDO
Identificar a sequência lógica dos fatos de um texto (relato de viagem, diário, crônica social ou crônica esportiva)
Sit.Aprendizagem 6
Música
Proposição II
Jogo 2 - Rondó
Identificar a finalidade de um texto (relato de viagem, diário, crônica social ou crônica esportiva)
Sit.Aprendizagem 1
Música
Proposição I – Movendo a Apreciação
Ouvindo, escutando, procurando identidades
Localizar uma informação explícita em um texto (notícia, relato de viagem, diário, crônica social ou crônica esportiva)
Sit. Aprendizagem 3
Artes Visuais
Proposição II
Apreciação: ampliando potencialidades
Inferir uma informação implícita em um texto (notícia, relato de viagem, diário, crônica social ou crônica esportiva)
Sit.Aprendizagem 9
Artes Visuais
Proposição I – Movendo a Apreciação
Alunos convidados a conversar sobre as imagens e os textos
Identificar tema/assunto principal em um texto (relato de experiência)
Sit. Aprendizagem 3
Artes Visuais
Proposição III
Todas as SAs na identificação  da Linguagem Artística e pra quem se destina
Ação  expressiva: pequena série de colagens
Identificar o público-alvo de um texto (relato de experiência)
Todas as SAs na identificação  da Linguagem Artística e pra quem se destina
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Habilidades de Língua Portuguesa que estão inseridas nas Situações de Aprendizagem de Arte - Cadernos - Volume 2

 (Currículo Oficial do Estado de S.P.)


6º Ano / 5º série

HABILIDADES SELECIONADAS DE LÍNGUA PORTUGUESA
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM (SA)
CONTEÚDO
Localizar informação explícita em um texto
Sit.Aprendizagem 2
Teatro
Proposição 1
Movendo a Apreciação – “Luz de abajur para sombrear a cena”
Identificar a sequência de acontecimentos em um texto
Sit.Aprendizagem 2
Teatro
Proposição 1
Teatro de Sombras  - “Lenda”
Reconhecer os elementos da narrativa (personagem, enredo, tempo, espaço ou foco narrativo)
Sit.Aprendizagem 2
Teatro
Proposição 1
Teatro de Sombras  - “Lenda”
Reconhecer traços característicos (rima, versos, estrofes) do gênero letra de música/poema.
Sit.Aprendizagem 4
Música
Apreciação
“Viagem Sonora” com letras e músicas
Inserir uma informação implícita em um texto (crônica, conto, miniconto, poema, ou letra de música)
Sit.Aprendizagem 3
Artes Visuais
Movendo Apreciação
“Apurar o olhar para detalhes – Jogos claro e escuro de sombra e luz – etc.
Reconhecer traços característicos de um gênero (romance, crônica, conto ou fábula)
Sit.Aprendizagem 2
Teatro
Proposição 1
Teatro de Sombras – “Lenda”
Reconhecer os efeitos de sentido produzidos pelo uso de conotação ou denotação em um texto (crônica, letra de música ou poema)
Sit.Aprendizagem 2 Sit.Aprendizagem 4
Teatro
Música
Reconhecer os elementos da estrutura de diferentes suportes textuais (livro, jornal ou revista)
Sit.Aprendizagem 3
Artes Visuais
Proposição 2
Ação Expressiva a partir de uma pesquisa iconográfica
Identificar vocábulos que, por sinonímia, substituem outros vocábulos presentes no texto em que se inserem.
Sit.Aprendizagem 4
Música

-Pesquisando o comportamento dos sons
-Separando o que a tecnologia uniu
Reconhecer os usos da norma padrão ou de outras variedades linguísticas em diferentes situações de uso social.
Todas as Situações de Aprendizagem
Todas as Linguagens

segunda-feira, 21 de setembro de 2015





Informação Útil

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 23/12/2005
 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

 INTERESSADO: Federação de Arte-Educadores do Brasil–FAEB UF: DF
ASSUNTO: Solicitação de retificação do termo que designa a área de conhecimento “Educação Artística” pela designação: “Arte, com base na formação específica plena em uma das linguagens: Artes Visuais, Dança, Música e Teatro”.
 RELATOR: Neroaldo Pontes de Azevedo
PROCESSO N.º: 23001.000167/2005-89 PARECER CNE/CEB Nº: 22/2005
COLEGIADO: CEB
APROVADO EM: 4/10/2005 I –
 RELATÓRIO
 1. Histórico A Federação de Arte-Educadores do Brasil–FAEB, entidade representativa dos profissionais da educação na área de arte, solicita à Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação retificação do termo “Educação Artística” por “Arte, com base na formação específica plena em uma das linguagens: Artes Visuais, Dança. Música e Teatro”, no inciso IV, alínea b, do artigo 3º da Resolução CNE/CEB nº 2, de 7 de abril de 1998, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. Na correspondência encaminhada ao Conselho Nacional de Educação, consta a informação de que a solicitação apresentada foi fruto da vontade de 847 participantes de Congresso Nacional realizado pela FAEB.
 A justificativa apresentada é no sentido de se estabelecer coerência entre a Resolução do CNE e os demais textos legais que regulamentam a educação brasileira.
 2. Análise Na Lei nº 5.692/71, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a arte foi incluída no currículo escolar com o título de Educação Artística, considerada, porém, como “atividade educativa” e não como disciplina. A conseqüência foi a perda da qualidade dos saberes específicos das diversas formas de arte, dando lugar a uma aprendizagem reprodutiva. Com a constituição do movimento arte-educação, multiplicaram-se os encontros, os professores se organizaram em entidades, buscando nova orientação para o ensino da arte.
 A Lei nº 9.394/96, das Diretrizes e Bases da Educação Nacional, significou um avanço para a área. Em primeiro lugar, pôs fim a discussões sobre o eventual caráter de não obrigatoriedade. E arte passa a ser considerada obrigatória na Educação Básica: “O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório nos diversos níveis da Educação Básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos”. (art. 26, § 2º).
 1 Em segundo lugar, porque a denominação de “Educação Artística” é substituída por “Ensino da Arte”. Ficou, assim, pavimentado o caminho para se identificar a área por “Arte”, não mais entendida como uma atividade, um mero “fazer por fazer”, mas como uma forma de conhecimento.
 Os Parâmetros Curriculares Nacionais, por sua vez, contemplam a área de arte, dando-lhe mais abrangência e complexidade. Embora não apresentem caráter de obrigatoriedade, os Parâmetros Curriculares Nacionais vêm servindo para a elaboração de planos e projetos pedagógicos nas escolas das redes pública e privada em todos os níveis de ensino.
 A estrutura dos PCNs para o Ensino Fundamental denomina como “Área de Arte” um dos objetivos gerais do Ensino Fundamental. E avançam os PCNs ao destacarem as quatro linguagens: Artes Visuais, Dança, Música e Teatro.
 A nova denominação preconizada tende a fortalecer a proposta que vê o ensino da arte como uma área específica do saber humano, partindo do raciocínio de que a importância da arte está na arte em si mesma e no que ela pode oferecer, e não porque serviria para atingir outros fins. A Conselheira Regina Alcântara de Assis, em seu Parecer CNE/CEB nº 4/98, sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, sentencia, com clareza, que “cabe à Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação exercer a sua função deliberativa sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais, reservando-se aos entes federativos e às próprias unidades escolares, de acordo com a Constituição Federal e a LDB, a tarefa que lhes compete em termos de implementações curriculares”. E, mais ainda, acrescenta o Parecer que “os diálogos expressos por múltiplas linguagens verbais e não-verbais refletem identidades, capazes de interagir consigo próprias e com as demais por meio da comunicação de suas percepções, impressões, dúvidas, opiniões e capacidades de entender e interpretar a ciência, as tecnologias, as artes e os valores éticos, políticos e estéticos”.
 O Parecer tomou por base o art. 32 da LDB que, em quatro incisos apresenta o objetivo do Ensino Fundamental, que é “a formação básica do cidadão, mediante:
I – o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;
II – a compreensão do ambiente natural e social do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
III – o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;
IV – o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.”.
Assim sendo, o Parecer CNE/CEB nº 4/98 e a Resolução dele decorrente não podem reforçar a noção de polivalência na formação e na atuação dos professores de Arte. Respeitada a autonomia de que gozam por mandamento legal, os estados e municípios terão a liberdade de organizar seus currículos, sempre segundo o Parecer, na articulação entre a base nacional comum, a parte diversificada e os conteúdos mínimos das áreas de conhecimento.
E poderão respeitar a formação específica dos professores.
Entendemos assim que a retificação da denominação “Educação Artística” por “Arte” está na linha de compreensão do Parecer e da Resolução, define melhor a noção de área de conhecimento, fica em consonância com a LDB e permite às redes públicas, no âmbito de sua autonomia, receber, indistintamente, em concursos públicos licenciados em Educação Artística, em Arte ou em quaisquer linguagens específicas, Artes Visuais e Plásticas, Artes Cênicas ou Teatro, Música e Dança, que utilizarão os seus conhecimentos específicos, com a finalidade de atingirem os objetivos preconizados pela legislação em vigor para o Ensino 2 Fundamental e, de modo mais direto, o objetivo do ensino da arte, que é “promover o desenvolvimento cultural dos alunos”.
 II – VOTO DO RELATOR Sou de parecer favorável que a alínea b, inciso IV do artigo 3º da Resolução CNE/CEB nº 2/98, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, seja alterada, substituindo-se “Educação Artística” por “Arte”, nos termos deste Parecer.
Proponho, em conseqüência, a aprovação do anexo projeto de resolução. Brasília(DF), 4 de outubro de 2005. Conselheiro Neroaldo Pontes de Azevedo – Relator III – DECISÃO DA CÂMARA A Câmara de Educação Básica aprova por unanimidade o voto do Relator. Sala das Sessões, em 4 de outubro de 2005 Conselheiro Cesar Callegari – Presidente Conselheira Clélia Brandão Alvarenga Craveiro – Vice-Presidente Neroaldo Pontes de Azevedo 3 Projeto de Resolução Altera a alínea b do inciso IV do artigo 3º da Resolução CNE/CEB nº 2/98, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, tendo em vista o disposto no art. 9º, §1º, alínea “c”, da Lei nº 4.024 de 20 de dezembro de 1961, com a redação dada pela Lei nº 9.131, de 25 de novembro de 1995 e tendo em vista o Parecer CNE/CEB nº /2005 homologado pelo Senhor Ministro da Educação, em .../.../2005 Resolve: Art. 1º A alínea b do inciso IV do artigo 3º da Resolução CNE/CEB nº 2/98, de 7 de abril de 1998, passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 3º (...) I... a… b Artes” Art. 2º Esta Resolução entra em vigor da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Cesar Callegari Presidente da Câmara de Educação Básica




Brincadeira do Bate Copo!!






Competência e Habilidade 


       Competência é o substantivo feminino com origem no termo em latim competere que significa uma aptidão para cumprir alguma tarefa ou função. Também é uma palavra usada como sinônimo de cultura, conhecimento e jurisdição.

       Também pode indicar aptidão, conhecimento ou capacidade em alguma área específica. Ex: Nas suas viagens pelo mundo ele adquiriu várias competências linguísticas.

       Competência e habilidade são dois conceitos que estão relacionados.  
       A habilidade é conseguir pôr em prática as teorias e conceitos mentais que foram adquiridos, enquanto a competência é mais ampla e consiste na junção e coordenação de conhecimentos, atitudes e habilidades.

Resultado de imagem para o ensino por competencias e habilidades

sexta-feira, 7 de agosto de 2015


 Em NEaD – Vídeos pela UNESP

-Para o Professor: Ensinar Não é mandar no aluno, é cativando-o que se faz a aprendizagem!
-Estudar: necessário ficar sozinho com ele mesmo, refletir, ler, estar sempre se reciclando.
A ARTE precisa ser compreendida.
              Não precisa gostar de tudo. O Professor precisa compreender, não é um defensor disso ou aquilo.
              A aprendizagem somos nós que fazemos; abrem-se caminhos, criam-se metodologias, mas tem que “querer aprender”, vem de “dentro”.
              Mudanças na Arte = é um processo.
              Professores = conhecer as ideias e não colocar juízo de valor (gostar/não gostar e acabar deixando de lado por essa razão)
              Professores = Saber transitar por todas as ideias e não grandes opinadores. Devemos transmitir o que há, o que houve, e não precisamos gostar ou não gostar.
             Professores = A Arte devolve essa humanidade de entendimento, é a dinâmica da vida humana.
            A Arte é complexa para uma Escola – Arte precisa de técnica, prática, paciência, muito estudo, adaptações – e esse espaço na /escola, em geral, é difícil, não há – por isso não dá para aprofundar – mas pode ser transmitida e essa é a função do Professor.

Quer saber mais? Acesse! Vale a pena!



            

quarta-feira, 29 de julho de 2015




Dicas de utilização de Vídeos em sala de aula
Vídeos em Sala de Aula
-Vídeos são recursos populares e familiares à maioria dos alunos e professores. É um poderoso recurso educacional e motivacional quando utilizados apropriadamente e com o intuito de facilitar o alcance dos objetivos educacionais planejados para a aula.
-Selecione um vídeo com conteúdo adequado em relação aos objetivos de aprendizagem definidos para seus alunos e os objetivos do seu planejamento da aula. Adequação da linguagem e a motivação do aluno para assisti-lo;
-Assistir antes ao vídeo, para definir se usará apenas algumas partes relevantes ou todo; mesmo poucos minutos de vídeo podem ser úteis para reforçar, abordar ou introduzir um tema ou assunto;
-Procure materiais impressos ou na web que possam servir como apoio e leitura complementar sobre o tema;
-Certifique-se de que o material utilizado não esteja infringindo nenhuma legislação relacionada a direitos autorais e de reprodução;
-Reforçar a participação ativa e colaborativa dos alunos; podendo também realizar um breve relato sobre diversos vídeos (com o mesmo tema) e deixar a escolha para eles mesmos.
-Certifique-se do funcionamento do equipamento que ira utilizar; pense na posição física da sala; fique na posse do controle da TV, pois poderá se fazer necessário repetir uma cena ou congelar uma imagem para destacar, explicar ou discutir uma situação apresentada; andar pela sala facilita observar a atenção e o interesse dos alunos.

ANTES da exibição do vídeo
-Identificar e rever o conhecimento prévio dos alunos sobre o tópico a ser abordado;
-Apresentar o conteúdo a que se trata o vídeo;
-Explicar aos alunos o motivo da exibição do vídeo, associando essa apresentação ao conteúdo que está sendo estudado;
-Solicitar aos alunos que descrevam oralmente sobre o que já sabem sobre o assunto;
-Dividir a turma em grupos onde poderão escrever perguntas sobre o assunto, e eles mesmos vão respondê-las ao final da exibição do vídeo;
-Chamar a atenção para partes específicas do vídeo que deverão identificar no decorrer do mesmo; atribuir tarefas, fazendo os alunos tornarem-se responsáveis e participativos, já que terão que lembrar informações específicas para compartilhar;
-Fazer conexão com situações da realidade e do contexto dos alunos;
-Solicitar que os alunos observem, identifiquem ou comparem situações/detalhes específicos.

DURANTE a exibição, poderá desligar o som e narrar o que está acontecendo ou o que está para acontecer. Um recurso muito útil em casos de apresentação de etapas de um processo, para direcionar e manter a atenção dos alunos ao que está sendo apresentado, e para que os alunos assistam objetivamente ao vídeo sem serem influenciados pelos aspectos emocionais ou induzidos pelo áudio e trilha sonora;
-Também poderá desligar o projetor e deixar apenas o áudio – solicitar aos alunos que descrevam/desenhe/tomem nota do que está sendo narrado e depois compartilhem suas descrições/desenhos/notas;
-repetir o mesmo trecho para assegurar, por exemplo, o entendimento de um conceito por todos os alunos.

DEPOIS da exibição, as atividades devem estar vinculadas ao conteúdo apresentado e discutido e deve se encorajar os alunos a usar as informações adquiridas para explorar mais as ideias, conceitos ou instruções apresentadas;
-Essas atividades devem servir para consolidar e ampliar a aprendizagem e explorar as informações apresentadas;
-Será interessante então, realizar experimentos, atividades de campo, atividades teatrais/musicais, projetos de pesquisa sobre temas abordados;
-Planejar e realizar debates em pequenos grupos ou com toda a turma; pedir que os alunos elaborem um texto sobre o conteúdo (gêneros textuais, por exemplo);
-Solicitar que os alunos façam uma lista contendo exemplos dos conceitos apresentados e/ou informações apresentadas que eles saibam ou desconhecem;
-Pedir que, em pequenos grupos, eles planejem e escrevam perguntas sobre o tema estudado que sertão entregues a outros grupos para serem respondidas.

-Gerar discussões, conversas, debates, faz com que o conteúdo seja melhor assimilado.


quarta-feira, 3 de junho de 2015



Maravilhosa a abordagem sobre DANÇA!! Vale a pena acessar o link. Textos, vídeos curtos e muito explicativos, desenhos com grandes possibilidades de apresentação nas aulas!

http://www.arte.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=262

sexta-feira, 22 de maio de 2015



Sugestão para o Plano de Ensino dos Anos Iniciais-Ensino Fundamental
      Ao fazer seu Plano de Ensino, coloque a realidade de sua Escola, de suas turmas. Este material é do 1º ao 5º ano. As Situações de aprendizagem devem ser de acordo com as Orientações Curriculares e Didáticas de Arte - Ensino Fundamental - Anos Iniciais.

https://drive.google.com/file/d/0B1bItw9h4PYETzZUYXpJazZheFE/view?usp=sharing

Orienta-se que se utilize o livro "Arte para Crianças" - Ed. PubliFolha (Programa "Livros na Sala de aula", acervo da escola) quando for necessário.  O  Quadro Curricular específico de cada Linguagem Artística está disponível na apostila de Orientações Curriculares e Didáticas de Arte - Ensino Fundamental, anos iniciais. Ele fundamenta as expectativas de aprendizagem, as condições didáticas e indicadores para a elaboração de atividades e o que se deve observar nos alunos no desenvolvimento das mesmas.